domingo, 23 de outubro de 2011

Não sei.


O que hei-de pensar... o que sinto e nem o que hei-de fazer...
Só sei que aconteceu, que foi bom.. que me senti bem e segura daquilo que realmente queria. Um obrigado enorme por todo sabes o bem que provocas irmão.
 <3

domingo, 16 de outubro de 2011

Uma vida...

Apoias.te.me quando mais precisei...
Deste.me um sorriso quando não tinha vontade para o esboçar...
Deste.me uma palavra para que não volta.se a cair no erro...
Deste.me a confiança que precisava para confiar apenas num olhar teu...
LoveYou.

Freedom

Out15

Mekiéé pessoal... poijé não tenho tido nem paciência nem vagar para escrever.. Mas hoje está a apetecer! O tema será: Porque é q existem medos? Para mim o medo é uma cena que nao me assiste, ja que toda a gente anda com isto... mas... e  porque existe sempre o mas, ha sempre aquele receio.. ou de se ficar com o "ass" entalado na sanita, ou de derramar o molho dos bifes quando se leva pa mesa... ou ate mesmo de se apaixonarmos por alguém que já nos é bastante especial.. alguem de quem ja n conseguimos ficar longe de maneira alguma... e se isso acontecer .. sera q acontece com a outra pessoa? sera q ela tambem se podera apaixonar por nos? sera que nao ira terminar aquela amizade fofinha? eis as questoes que me fazem pensar..como é realmente o amor.. que ate nestes promenores tao simples se faz complicar... hoje sei que o "dia de ontem" foi bom, e se ja eras aquela cena... hoje ainda és mais. Só te peço para nunca me deixares aconteça o que acontecer. Sabes bem :')

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Até que a morte nos separe.

Onde há pele há tinta, se se gosta no inicio também se gosta quase no fim. <3

Awake

I'm calling your name
but what's left of this broken dream
Tattered and torn
Do we cry
Do we find that we're breaking (just breaking)
We're helpless (helpless)
Can't stand this
Is this all that's left

[chours]
Sorrow breaks me down
It's crushing me tonight
But I feel alive
Somewhere inside

Tattered and torn
Do we cry
Do we find that we're breaking (just breaking)
We're helpless (helpless)
Find me something I could be
Find me something I should be

Sorrow breaks me down
It's crushing me tonight
But I feel alive
Somewhere inside
Sorrow breaks me down
It's crushing me tonight
But I feel alive
Somewhere inside

What can I say (what can I say)
With the weight of the world upon me
What can I say
With the weight of the world upon me

[solo]

Sorrow breaks me down
It's crushing me tonight
But I feel alive
Somewhere inside
Sorrow breaks me down
It's crushing me tonight
But I feel alive
Somewhere inside

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Apenas uma comunidade.

Punk é um reflexo do que significa ser humano. O que nos separa dos outros animais? A Nossa capacidade de reconhecer a nós mesmos e expressar a nossa unicidade genética. Ironicamente, a visão aceita, entre formadores de opinião destaca a natureza animal, primitiva dos punks e  a sua música. Eles concluem que a violência é um elemento-chave na música Punk, e essa conclusão é facilmente aceita e perpetuada porque é fácil vender violência e notícias sobre esse tema sempre ganham espaço destacado na mídia. Este foco na violência ignora um verdadeiro elemento-chave do que o Punk significa. PUNK É: a expressão pessoal da individualidade que vem da experiência de crescer em contato com nossa capacidade humana de raciocinar e formular questões. A violência não é comum, única ou exclusiva do Punk. Quando ela se manifesta, é devido a fatores não relacionados ao ideal Punk. Considere o exemplo briga na escola entre o aluno punk e o capitão de futebol. O desportista e a sua turma não aceitam ou valorizam o punk enquanto pessoa. Ao contrário, eles têm como alvo diário de insultos e provocações, o que nada mais é do que um reflexo das suas próprias inseguranças. Um dia, o punk cansa.se daquilo e dá um empurrão no capitão de futebol bem no meio do corredor cheio de colegas. Os professores expulsam o punk da escola e baseiam-se no seu corte de cabelo e roupas para defini-lo como um mau elemento, violento e incontrolável. Os jornais locais dizem: "Briga escolar reafirma que a violência é o modo de vida dos punks". Raiva espontânea por não ser aceito enquanto pessoa não é exclusiva dos punks. Esta reação deve-se a sermos humanos, pois qualquer um reagiria com raiva, independente da nossa subcultura ou filiação social, se nos sentíssemos desvalorizados e inúteis.
Infelizmente, há muitos exemplos de violência entre punks. Também há evidentes casos de pessoas desorientadas que se consideram punks. Mas raiva e violência não são traços Punks, na verdade elas não têm lugar no ideal Punk.
Raiva e violência não são a cola que mantém unida a comunidade Punk.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Tudo soa igual !

"O que aconteceu à música lendária que se fazia à 40 anos atrás?
O que aconteceu à música com acordes simples que fazia os pais dizerem aos filhos que as canções eram obra do diabo?
Onde está a revolução e o desejo de liberdade?
Onde está o desejo de um mundo mais unido e sem guerra?
Onde está a Vontade de fazer história?

Desapareceu...? Agora tudo o que se quer é fazer dinheiro. Quando fazem músicas hoje em dia, pensa-se em quem vai ouvir, e não em o que as pessoas vão ouvir.
Mesmo as ditas "bandas de rock", sim, porque os Muse e os Radiohead podem ser muito bons músicos, mas desculpem-me, aquilo nao é rock. Já nem a música pop é pop. A partir do momento em que se poe máquinas a fazer tudo o que é suposto ser feito por um humano, tudo perde o sentido. É como se os pintores passassem a ter um robot a pintar lhes as telas. É tudo obra de máquinas e não de pessoas.
Consequentemente, também já não se fazem lendas.
Face it, não vai voltar a haver um jimi hendrix ou uns sex pistols tão cedo.
Não com gente tipo Katy Perrys, Paramores, 4 tastes, Toquio hoteis, Keshas, Biebers, Mileys e até keanes, coldplays e Crystal castles.
Não estou aqui a dizer se gosto ou se nao gosto. Cada um tem o seu gosto. Mas caramba, temos de ver que nenhum destes vai mudar o mundo. E no entanto estão nos tops de vendas discográficas.
Já não se faz rock? Rock de verdade não. Nem rock, nem nenhum outro tipo de música é autêntico nos dias de hoje.
Já não se fazem lendas, até pode haver um ou outro artista com uma carreira maior, mas a maior parte é esquecido após um ano ou menos, e os que duram mais do que isso, não ficam para a história como o Elvis, Iron Maiden ou até mesmo os ABBA.
Eu adoro música, e é por isso que este assunto me interessa. Estou farta de viver num mundo em que ligo o rádio e tudo soa IGUAL. Odeio a palavra IGUAL.
Mas eu continuo aqui, e estou à espera que apareça alguém Lendário em pleno século XXI."
Não é de minha autoria, mas achei deveras interessante e bem fornecido ! ;)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Folha de Jornal

Para mim a paixão pela música é algo que não podemos exprimir por simples palavras nem tão pouco demonstrar por actos ou fotografias. Uma verdadeira vivência musical requer enamoramento constante, entrega de alma e coração ao mais ínfimo gesto sonoro do nosso dia a dia.  Tal como a própria vida, a música existe em tudo, existe em nós, existe nos outros, existe em cada um dos seres que formam a nossa realidade, está na forma como transpiramos e acumulamos energia e de como nos deixamos alienar da nossa própria musicalidade para a dar a quem a queira receber. No entanto… sem dúvida alguma… a verdadeira música está na mente, no sonho, na vontade de tornar o Mundo num lugar melhor para todos nós!
A estética musical é a qualidade e o estudo da beleza e do prazer  da música. A música tem a capacidade de afectar as nossas emoções, intelecto e a nossa psicologia. As letras podem aliviar a nossa solidão ou estimular as nossas paixões. Desse modo, a música é uma forma poderosa de arte cujo apelo estético está altamente relacionado com a cultura na qual é executada. Alguns dos elementos estéticos da música são a harmonia, emotividade, dinâmica temporal, ressonância e timbre. Na música os Valores podem ser em si mesmo/autónomos e valores derivados de outros ou dependentes. O valor em si reside na sua mesma essência; possui esse carácter com independência de todos os outros valores; não depende deles; não é meio para eles.   Como todos os valores se acham referidos a um sujeito – o sujeito humano, o homem – e este é, antes de mais nada, um ser constituído por sensibilidade e espírito, daí o poderem classificar-se imediatamente todos os valores nas duas classes fundamentais de: valores sensíveis e valores espirituais. Os primeiros referem-se ao homem enquanto simples ser da natureza, os segundos ao homem como ser espiritual. Na música também podemos encontrar valores estéticos, ou do Belo. Incluímos aqui no conceito de belo, no mais amplo sentido desta palavra, o sublime, o trágico, o amorável...    O ramo da filosofia a que se dá o nome de «estética» inclui um conjunto de conceitos e de problemas tão variado que, aos olhos daquele que se inicia no seu estudo, pode parecer uma matéria demasiado dispersa e inacessível. Essa primeira impressão é compreensível, mas ultrapassável. Uma maneira de desfazer tal impressão é começar por esclarecer que a estética é a disciplina filosófica que se ocupa dos problemas, teorias e argumentos acerca da arte. A estética é, portanto, o mesmo que filosofia da arte. O primeiro problema que qualquer teoria da arte tem de enfrentar é o problema da própria definição de «arte» ou de «obra de arte». Como podemos então definir «arte»? Para o saber temos de perceber antes o que é definir algo. Cada um de nós ouve a mesma melodia e, no entanto, cada um de nós constrói a sua melodia. É esta a natureza da imaginação: cada um tem de imaginar de novo, para si próprio. O artista dá um esqueleto; fornece linhas de referência; proporciona o suficiente para atrair o nosso interesse e para nos tocar emocionalmente. A arte é transformadora, na medida em que se passa de uma realidade vulgar para uma realidade “sobre-real” porque a obra de arte é única, universal e intemporal.