O que hei-de pensar... o que sinto e nem o que hei-de fazer...
Só sei que aconteceu, que foi bom.. que me senti bem e segura daquilo que realmente queria. Um obrigado enorme por todo sabes o bem que provocas irmão.
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Punk é um reflexo do que significa ser humano. O que nos separa dos outros animais? A Nossa capacidade de reconhecer a nós mesmos e expressar a nossa unicidade genética. Ironicamente, a visão aceita, entre formadores de opinião destaca a natureza animal, primitiva dos punks e a sua música. Eles concluem que a violência é um elemento-chave na música Punk, e essa conclusão é facilmente aceita e perpetuada porque é fácil vender violência e notícias sobre esse tema sempre ganham espaço destacado na mídia. Este foco na violência ignora um verdadeiro elemento-chave do que o Punk significa. PUNK É: a expressão pessoal da individualidade que vem da experiência de crescer em contato com nossa capacidade humana de raciocinar e formular questões. A violência não é comum, única ou exclusiva do Punk. Quando ela se manifesta, é devido a fatores não relacionados ao ideal Punk. Considere o exemplo briga na escola entre o aluno punk e o capitão de futebol. O desportista e a sua turma não aceitam ou valorizam o punk enquanto pessoa. Ao contrário, eles têm como alvo diário de insultos e provocações, o que nada mais é do que um reflexo das suas próprias inseguranças. Um dia, o punk cansa.se daquilo e dá um empurrão no capitão de futebol bem no meio do corredor cheio de colegas. Os professores expulsam o punk da escola e baseiam-se no seu corte de cabelo e roupas para defini-lo como um mau elemento, violento e incontrolável. Os jornais locais dizem: "Briga escolar reafirma que a violência é o modo de vida dos punks". Raiva espontânea por não ser aceito enquanto pessoa não é exclusiva dos punks. Esta reação deve-se a sermos humanos, pois qualquer um reagiria com raiva, independente da nossa subcultura ou filiação social, se nos sentíssemos desvalorizados e inúteis.
A estética musical é a qualidade e o estudo da beleza e do prazer da música. A música tem a capacidade de afectar as nossas emoções, intelecto e a nossa psicologia. As letras podem aliviar a nossa solidão ou estimular as nossas paixões. Desse modo, a música é uma forma poderosa de arte cujo apelo estético está altamente relacionado com a cultura na qual é executada. Alguns dos elementos estéticos da música são a harmonia, emotividade, dinâmica temporal, ressonância e timbre. Na música os Valores podem ser em si mesmo/autónomos e valores derivados de outros ou dependentes. O valor em si reside na sua mesma essência; possui esse carácter com independência de todos os outros valores; não depende deles; não é meio para eles. Como todos os valores se acham referidos a um sujeito – o sujeito humano, o homem – e este é, antes de mais nada, um ser constituído por sensibilidade e espírito, daí o poderem classificar-se imediatamente todos os valores nas duas classes fundamentais de: valores sensíveis e valores espirituais. Os primeiros referem-se ao homem enquanto simples ser da natureza, os segundos ao homem como ser espiritual. Na música também podemos encontrar valores estéticos, ou do Belo. Incluímos aqui no conceito de belo, no mais amplo sentido desta palavra, o sublime, o trágico, o amorável... O ramo da filosofia a que se dá o nome de «estética» inclui um conjunto de conceitos e de problemas tão variado que, aos olhos daquele que se inicia no seu estudo, pode parecer uma matéria demasiado dispersa e inacessível. Essa primeira impressão é compreensível, mas ultrapassável. Uma maneira de desfazer tal impressão é começar por esclarecer que a estética é a disciplina filosófica que se ocupa dos problemas, teorias e argumentos acerca da arte. A estética é, portanto, o mesmo que filosofia da arte. O primeiro problema que qualquer teoria da arte tem de enfrentar é o problema da própria definição de «arte» ou de «obra de arte». Como podemos então definir «arte»? Para o saber temos de perceber antes o que é definir algo. Cada um de nós ouve a mesma melodia e, no entanto, cada um de nós constrói a sua melodia. É esta a natureza da imaginação: cada um tem de imaginar de novo, para si próprio. O artista dá um esqueleto; fornece linhas de referência; proporciona o suficiente para atrair o nosso interesse e para nos tocar emocionalmente. A arte é transformadora, na medida em que se passa de uma realidade vulgar para uma realidade “sobre-real” porque a obra de arte é única, universal e intemporal.